Ministério da Justiça
Brasil um país de todos
pixel
pixel
pixel

pixel
pixel
  Anistia Política
 Atendimento Especial
 Requerimento
 Comissão
 Calendário de Sessões
 Pareceres
  Cadastro de Cartórios
 Atribuições dos Cartórios
 Atualização de Cadastro
  Classificação Indicativa
 Institucional
 Autoclassificação
 Jogos Eletrônicos
 Espaço Aberto
  Direitos Difusos
 Histórico
 Conselho Federal
 Instruções
 Formulários
 Projetos
 Gestão
  Microfilmagem
 Registro
 Consultar empresas
  Organizações Estrangeiras
 Esclarecimentos
 Procedimentos
 Documentação
 Recadastramento
 Adoção Internacional
 Modelos
 Prestação de Contas
  OSCIP
 Esclarecimentos
 Requerimento
 Modelos
 Renovação
 Entidades Qualificadas
 Prestação de Contas
  Utilidade Pública Federal
 Institucional
 Requerimento
 Relatórios Anuais
 Prestação de Contas
  CNEs
 O que é o CNEs
 Instruções
 Modelos
 CNEs Público
pixel
pixel
  Serviços
Autoclassificação
Estrutura
Eventos
Formulários
Legislação
Links
Mapa
Notícias
Ouvidoria
Publicações
Símbolos
pixel
pixel
pixel
pixel
Cidadania  »   Classificação Indicativa  »   Notícias
pixel
pixel
pixel
pixel

01/06/2010 - 12:14h

Pais devem utilizar melhor a classificação indicativa de filmes

Rio de Janeiro, 01/06/10 (MJ) – A oficina sobre classificação indicativa de obras audiovisuais, promovida pelo Ministério da Justiça, nesta terça-feira, no Rio, trouxe à discussão a necessidade de uma participação mais efetiva dos pais e das famílias na formação de seus filhos.  Com o fim da censura no Brasil, o governo passou a monitorar a exibição pública, com o propósito de recomendar para a sociedade a faixa etária dos filmes e vídeos, bem como o horário adequado para exibição pelas emissoras de tevê.

Apesar do aconselhamento, ainda é frequente a população atribuir ao Estado a obrigação de proibir a entrada de crianças e adolescentes a filmes impróprios. A afirmação é de um empresário que atua há 48 anos no ramo e participa da oficina. Fernando Almeida, da SET Brasília, lastima a falta de diálogo entre pais e filhos quando o assunto é  audiovisual. “Os pais confiam que vai ter um porteiro no cinema proibindo a entrada, o que não é verdade. As pessoas se preocupam muito com as drogas na porta da escola, com a violência na rua, mas pouquíssima gente se preocupa com que os filhos estão vendo e em que isso influencia na formação deles”, lamenta.

Almeida sugere ao poder público mais empenho nesse esclarecimento à sociedade, pois em sua avaliação, o grande público ainda não sabe o que é classificação indicativa. “Esta oficina é muito importante porque está chegando informação ao produtor, ao exibidor e ao distribuidor de cinema, que vai aprender quais os critérios do ministério na proteção à infância e à adolescência, mas falta ainda explicar como os pais podem usar a classificação na educação de seus filhos”, observa.

Estão reunidos na oficina de classificação indicativa, representantes do Ministério Público, das emissoras de tevê e do cinema. Os debates continuam ao longo do dia e termina com a exibição de um curta-metragem, que será classificado pelos participantes como exercício, orientado pela equipe do Ministério da Justiça. A mesma oficina será oferecida ao público de São Paulo no próximo dia 8.

 

pixel
pixel
pixel
pixel
Busca
Ok
Buscar somente no tema Cidadania
pixel
pixel
Meus Dados
pixel
pixel
Banner de ligação com o Fale Conosco
pixel
pixel
Banner de ligação com o Tire suas Dúvidas
pixel
pixel
pixel
Retorna Sobe