data/documents/storedDocuments/{334263AD-A534-4B0E-AD1D-363427828AB4}/{73F17C2B-4A61-458C-AF49-76E7575B2807}/MJ.gif
pixel
Sábado, 18 de maio de 2013
pixel
pixel

pixel
pixel
  Ministério
 Breve História
 Relação de Ministros
 Datas Comemorativas
  Biblioteca
 Atendimento ao usuário
 Acervo
 Serviços disponíveis
 Eventos culturais
 Revista Arquivos
  Comissão de Ética
 Missão
  Organograma
 Secretaria Executiva
  Ouvidoria-Geral
  Protocolo
  Recursos Humanos
 Aposentados e Pensionistas
  Tecnologia da Informação
 Interoperabilidade
 Plataforma Nacional
pixel
pixel
 Estrutura
 Licitação
pixel
pixel
  Serviços
Mapa
Notícias
pixel
pixel
pixel
pixel
Institucional  »   Tecnologia da Informação  »   Notícias
pixel
pixel
pixel
pixel

13/04/2010 - 17:28h

Tecnologia da informação auxilia no combate à lavagem de dinheiro

Especialistas apresentam estratégias para identificar dinheiro ilícito com o uso de softwares e métodos de análise de dados

Salvador, 13/04/10 (MJ) - A tecnologia pode ser uma grande aliada no combate à lavagem de dinheiro. Foi o que defendeu o coordenador do Laboratório de Tecnologia, mais conhecido como Lab-LD, Tarcísio Maria, na manhã desta terça-feira (13) durante o 12º Congresso das Nações Unidas sobre Prevenção ao Crime e Justiça Criminal. O Lab-LD integra o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), desenvolvido pelo Ministério da Justiça.

Dando continuidade ao ciclo de demonstrações sobre o funcionamento do laboratório, o especialista demonstrou como uma boa coleta de dados é essencial em qualquer caso. “A informação tem valor se ela estiver disponível na hora em que é solicitada e com segurança”, resumiu o palestrante.

A maior dificuldade consiste em identificar os recursos oriundos do crime em meio a um emaranhado de contas bancárias, algumas suspeitas, outras nem tanto. A Polícia Federal precisa saber se uma conta "x" movimentou uma quantia que tenha a ver com uma conta "y". Até mesmo para um especialista é difícil detectar o longo caminho que o dinheiro pode fazer. Mas a tarefa se torna mais viável com a ajuda de um software devidamente programado para isso.

É como marcar uma nota de R$ 2 e querer saber onde ela foi parar anos depois. Tecnicamente, este trabalho é chamado de análise de redes de relacionamento, filtros que selecionam conexões aqui e ali. “É possível investigar até depoimentos, e-mails e traçar um panorama das palavras mais usadas por um suspeito”, segundo Tarcísio. Isso se chama tecnologia da informação e já é uma realidade no Brasil.

Siga o Congresso no twitter - www.twitter.com/crimecongress 

 

pixel
pixel

Veja também:
Programa centraliza informações sobre detentos e seus processos
pixel
pixel
Busca
Ok
Buscar somente no tema Institucional
pixel
pixel
Meus Dados
pixel
pixel
Banner de ligação com o Fale Conosco
pixel
pixel
pixel
pixel
pixel
pixel
Retorna Sobe