Profissionais dos Orgãos Estaduais de Segurança Pública (2003 a 2007)
O total de profissionais dos órgãos estaduais de segurança pública, agregando policiais civis e militares e corpos de bombeiros militares, subiu de 569.798 para 599.973, de 2003 para 2007. Entre as polícias civis, o aumento foi de 115.960 para 123.403 (6,4%); entre as polícias militares, o aumento foi de 390.451 para 412.096 (5,5%); e entre os corpos de bombeiros militares, o aumento foi de 63.387 para 64.474 (1,7%). Tendo como referência o ano de 2007, do total de 599.973 profissionais, 68% são policiais militares, 21% são policiais civis e 11% são bombeiros militares.
Observação: Os espaços destacados em cinza constituem situações onde não recebemos informações sobre o efetivo das corporações.
Efetivo dos Órgãos Estaduais de Segurança Pública – Dados Informados (2003/2007)

Fonte: Ministério da Justiça
Distribuição Percentual dos Profissionais de Segurança Pública Segundo Corporação (Brasil/2007)

Relatório elaborado pela Coordenação Geral de Pesquisa / SENASP / MJ
Em relação ao número de habitantes por profissional, em termos nacionais, passamos de 310 habitantes por profissional, em 2003, para 315 habitantes por profissional, em 2007. Ou seja, o incremento no número de profissionais não acompanhou o ritmo do incremento da população e, em 2007, cada profissional passou a ser responsável pela segurança de um numero maior de habitantes. Em termos estaduais, Distrito Federal, Amapá, Acre, Roraima e Tocantins possuem as melhores relações de habitantes por profissional, sendo cada profissional destes estados responsável pela segurança de menos de 200 habitantes. Por outro lado, Paraná, Maranhão, Ceará e Piauí, são os estados com as piores relações, sendo cada profissional destes estados responsável pela segurança de mais de 400 habitantes.
Efetivo dos Órgãos Estaduais de Segurança Pública (2003/2007)1

1. Na elaboração desta análise, calculamos projeções do efetivo para os dados não informados em função da razão habitantes por profissional nos anos em que tivemos informações.
Fonte: Ministério da Justiça
Relatório elaborado pela Coordenação Geral de Pesquisa / SENASP / MJ