Brasília, 29/02/2012 (MJ) - A operação Rio Acre da Força Nacional de Segurança Pública já entrou em sua segunda fase, a chamada fase de assistencialismo. Nesse período, os bombeiros fazem análise de risco de desabamento das casas e, se for o caso, informam sobre a necessidade de os moradores saírem do local e ajudam nessa retirada também.
A operação da Força Nacional no Acre, em apoio Corpo de Bombeiros do estado, já entregou cerca de 500 cestas básicas e artigos de primeira necessidade à comunidade desabrigada. Além disso, foram retirados 1.024 vítimas 1.144 pessoas foram resgatadas com vida.
Os oficiais da Força realizam mergulho para localização e resgate de possíveis vítimas, em alguns locais, o rio subiu 17,44 metros. A Força Nacional também prestou auxílio no município de Epitáciolândia, no “trem de socorro”, uma resposta a solicitações emergenciais da população, como corte de árvore e demais acidentes decorrentes da enchente.
Em reunião, dia 27 de fevereiro, com o Gabinete Integrado de Mobilização-Alagação, com a presença do governador Tião Viana, do prefeito do Rio Branco, Raimundo Angelim, além de outras autoridades envolvidas na operação, foi discutido o planejamento das próximas ações. Entre os desafios atuais estão a continuação da acomodação dos desabrigados, a retirada dos pertences pessoais das vítimas em áreas alagadas, além da entrega de mantimentos e artigos de primeira necessidade. Na fase seguinte, os esforços são para reconstrução do cenário, limpeza de espaços públicos, remoção dos destroços e retorno das famílias às suas moradias.
Atualmente 70 oficiais bombeiros atuam na operação Rio Acre, que teve início dia 17 de fevereiro.